Fabiano Palma, Advogado

Fabiano Palma

Porto Alegre (RS)
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Sobre mim

Direito e Erro Médico
ADVOGADO ESPECIALIZADO EM ERRO MÉDICO
FORMAÇÃO PELA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL (GRADUAÇÃO EM DIREITO E MESTRADO)

PRÁTICA: Ex-advogado de instituição hospitalar de grande porte de Porto Alegre - RS, por quase 10 anos.

Atuo na área de erro médico desde 2008, como advogado autônomo.

Sou profundo conhecedor das práticas e condutas das equipes médico-hospitalares, bem como da leitura e interpretação de documentos e rotinas médico-hospitalares, visando o dignóstico jurídico de falhas e o nexo causal com danos materiais e morais decorrentes.



Principais áreas de atuação

Direito Médico, 100%

DANOS CAUSADOS POR ERRO MÉDICO DANOS CAUSADOS POR USO DE MEDICAMENTOS

Comentários

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Fabiano Palma, Advogado
Fabiano Palma
Comentário · há 11 anos
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Fabiano Palma, Advogado
Fabiano Palma
Comentário · há 11 anos
Prezados
Parabéns pelos comentários, e - Doutor! - pelo post.
Sinceramente, qual o problema de chamar o cara de excelência ou meritíssimo? Se ele for um bom juiz saberá que isso não passa de mera formalidade consagrada pelos costumes. Se estiver acometido de "juizite" pode chamar do que for que vai dar na mesma, porque o Poder já assombrou o ego. Se ele não for ético, idem. Se por qualquer outro motivo não merecer o "mérito", ibidem. Também não tem porque chamar advogado de doutor e chamamos. (Não me venham com a história daquele decreto pré-histórico...). Mais. Grandes gênios de outras áreas jamais tiveram esse tratamento. Não é menoscabo, é costume social e é praticamente universal ("Your Honor"). Aristóteles era um sábio, pensador, enfim, assim conceituado; mas deem uma olhada de como ele escreve sobre os juízes em Ética a Nicômaco, Naquela época o juiz era autoridade (como hoje) e tinha o mesmo "tratamento". Alguém viu alguma entrevista de Einstein em que ele é tratado por nobilíssimo, meritíssimo, excelentíssimo? Não, porque não é da tradição da Academia. No entanto, esta mesma Academia tem outras tradições que lhe são próprias. Por exemplo, sabemos não ser raro nos depararmos com professores "honoris causa" de "honra" pra lá de discutível. Será que nossos últimos dois presidentes (Lula e FHC) faziam jus a tais títulos, a tal "tratamento"? Rir pra não chorar. Finalmente, sobre ego. Quer ver um ambiente poluído pela fumaça da fogueira de vaidades? Um hospital (médicos; o ego de um médico não cabe no mundo; ouça as enfermeiras sobre isso); uma empresa de engenharia (veja a percepção social dos engenheiros - o que eu falo é lei; ouça os arquitetos a respeito); e, especialmente, seja um Professor (como eu) e frequente uma Instituição de Ensino Superior (falta de ética, companheirismo, coleguismo, reserva de mercado de conhecimento - essa foi boa -, o sujeito te dá um tapinha nas costas, você vira, ele tomou seu lugar, egos desfilando pelos corredores e destilando venenos), e muitas outros exemplos. Sou extremamente crítico a respeito do Poder Judiciário e de seu papel no Brasil. Mas isso é o menos, para não dizer, o insignificante, o que não retira, em absoluto, a riqueza do post que permite exatamente a reflexão. Obrigado. Em tempo. Esqueci de incluir os advogados no time dos narcísicos.; nós somos os "neymares" e os "messis" da categoria.
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